Oito produtos de IA para imobiliárias.Todos incluídos

Quarenta e uma funcionalidades, em três frentes: vender, acompanhar e angariar. Cada produto faz uma parte, e todos partilham o que aprendem.

Venda

Quem chega é respondido e, enquanto responde, aprende.

Acontece em todas as conversas, seja por onde for

Qualifica
Orçamento, tipologia, zona e intenção saem da própria conversa, e cada contacto fica avaliado. Nunca um formulário.
Mostra as casas certas
Imóveis reais da sua carteira, escolhidos pelo que a pessoa disse que queria, e não só pelo preço.
Guarda tudo
Nome, orçamento, preferências, histórico. Quem volta, noutro dia, noutro canal, noutro telemóvel, é reconhecido e continua onde ficou.

E entra por onde o cliente quiser.

O assistente

Chegam a qualquer hora. Passam a ser atendidos a qualquer hora.

O problema

As horas em que ninguém atende são a maior parte do dia

A maior parte das visitas ao site da sua agência acontece fora de horas, e nunca fala com ninguém. Quem chega às onze da noite lê três anúncios, não encontra o que procura e vai embora sem deixar rasto.

Quando deixa contacto, chega-lhe um nome e um email. Não sabe o que procurava, quanto podia pagar, em que zona, nem se estava a comprar para viver ou para investir. Fica a trabalhar às cegas ou a repetir as mesmas perguntas.

O que faz

Um só cérebro conversacional que atende toda a gente que chega, em qualquer canal, e conduz a conversa como um consultor faria: percebe primeiro, mostra depois, e só pede o que precisa de pedir.

Procura nos seus imóveis reais em cada resposta. Nunca inventa uma casa que não tem.

  1. Alguém chega e escreve
    No site da agência, num pedido de portal ou numa mensagem. A língua é detetada na primeira frase e a resposta sai nessa língua.
  2. A conversa percebe antes de mostrar
    Tipologia, zona, orçamento, prazo e quem decide constroem-se ao longo da conversa, como um consultor faria. Sem formulário.
  3. Procura na sua carteira, não na internet
    Cada resposta pesquisa os imóveis reais da agência e mostra referência, preço e fotos. Nunca inventa uma casa que não existe.
  4. O agente recebe quem vale a pena
    A conversa é pontuada por sinais de intenção e o agente é avisado quando um contacto aquece, com o perfil e o histórico em vez de uma transcrição.

O que resolve

Deixa de perder as horas mortas
A noite e o fim de semana passam a ser atendidos. Quem chega às onze recebe resposta às onze.
Recebe contexto, não um formulário
Cada lead chega com o que procura, quanto pode pagar, onde, e que imóveis já viu.
Sabe a quem ligar primeiro
Os leads são classificados por intenção real, não por ordem de chegada.
Não perde clientes estrangeiros
Uma conversa em inglês, francês ou espanhol deixa de ser uma conversa perdida.
O assistente responde a quem chega ao site, ao e-mail, ao WhatsApp ou ao telefone: percebe o que a pessoa procura, mostra imóveis reais da carteira, e entrega o contacto ao consultor já qualificado.

Canal Email

Já pagou o anúncio. Não pague também a demora.

O problema

O contacto mais caro que tem é o que arrefece à espera

Os pedidos dos portais chegam por email, em cima uns dos outros, e a resposta demora horas ou dias. Quem pergunta por um T2 já visitou outros três nesse tempo.

Um email que diz apenas "ainda está disponível?" não traz nome, orçamento nem zona. Responder obriga a começar do zero, mesmo quando essa pessoa já falou consigo no mês passado.

O que faz

O mesmo cérebro que atende no site atende no email. Lê o pedido, procura na sua carteira e responde com imóveis reais.

Reconhece o remetente pelo endereço, não pelo texto: um email de alguém conhecido recupera o perfil que já tem, mesmo que a mensagem não diga nada sobre ele.

  1. Os pedidos são reencaminhados para a plataforma
    A caixa que já usa continua a ser a sua. Os pedidos dos portais passam também por aqui, sem mudar nada no portal.
  2. O remetente é reconhecido pelo envelope
    O email de quem escreve identifica a pessoa mesmo quando a mensagem só diz "ainda está disponível?", e traz o que já se sabia dela.
  3. A resposta sai com o imóvel
    A mesma inteligência que atende no site responde aqui, com a referência, o preço e uma ligação que abre a conversa onde ela ficou.

O que resolve

Responde primeiro
O tempo de resposta a um pedido de portal deixa de depender de alguém estar à secretária.
Escolhe o nível de controlo
Comece em modo rascunho, com o agente a aprovar. Passe a automático quando confiar.
Reconhece quem já é seu cliente
Um email de duas palavras de um contacto conhecido recupera todo o perfil.
A mesma inteligência responde aos emails que chegam dos portais e dos clientes, e reconhece o remetente mesmo quando a mensagem só diz "ainda está disponível?".

Canal WhatsApp

A mensagem que fica por ler é um negócio que arrefece.

O problema

A conversa acontece onde ninguém está a olhar

Em Portugal, o cliente quer falar por WhatsApp. Manda mensagem ao agente, o agente está numa visita, e a mensagem fica por ler duas horas.

Quando há várias pessoas a responder do mesmo número, ninguém sabe o que já foi dito a quem, e o cliente repete-se.

O que faz

O número da agência passa a ser atendido pelo mesmo cérebro, com a mesma memória do site e do email.

Quando quem escreve é um agente verificado da casa, a conversa bifurca para o copiloto: o mesmo número serve o cliente e serve a equipa, sem se misturarem.

  1. O número da agência passa a ser atendido
    O número é o da agência, não o nosso. Quem escreve fala com a agência, com a marca e o tom da agência.
  2. A conversa é a mesma, não uma nova
    Quem já falou no site é reconhecido: o perfil, os imóveis que viu e o que disse continuam a valer.
  3. Se for um agente da casa, o destino muda
    Um número verificado da equipa é encaminhado para o copiloto em vez do assistente de clientes. O mesmo canal, dois interlocutores diferentes.

O que resolve

Resposta no canal que o cliente escolheu
Sem o obrigar a mudar para email ou para um formulário.
Uma conversa só, entre canais
O cliente não se repete só porque mudou de sítio.
A equipa usa o mesmo número
Os agentes verificados conversam com o copiloto sem uma aplicação à parte.
O número de WhatsApp da agência atendido pela mesma inteligência e, quando é um agente da casa a escrever, a conversa passa para o copiloto em vez do cliente.

Canal Voz

Quem liga também é um contacto que já pagou.

O problema

Nem toda a gente escreve

Nem toda a gente escreve. Há clientes que estão a conduzir, que não gostam de teclados, ou que simplesmente preferem falar.

Uma chamada perdida é um lead perdido, e ninguém consegue atender todas.

O que faz

A mesma conversa, em voz. O cliente fala, o assistente transcreve, procura nos seus imóveis e responde em voz alta.

É exatamente o mesmo cérebro: muda o modo de entrada e de saída, não a inteligência.

  1. A chamada é atendida
    Quando não há ninguém para atender, é atendida à mesma. A voz é transcrita e a conversa segue as mesmas regras da conversa escrita.
  2. A resposta procura na carteira
    Tipologia, zona e orçamento são percebidos ao telefone e a resposta usa os imóveis reais da agência, ditos em voz alta.
  3. O que se disse fica escrito
    A chamada deixa perfil, intenção e um registo na ficha do contacto, não uma gravação que ninguém volta a ouvir.

O que resolve

Alcança quem não escreve
Uma parte real dos clientes prefere falar. Deixa de os perder por isso.
Mesma inteligência, outro formato
Não é um sistema à parte: é o mesmo cérebro com voz.
O que se disse ao telefone fica escrito
A chamada deixa perfil e intenção na ficha do contacto, em vez de uma gravação que ninguém volta a ouvir.
A mesma inteligência em voz: o cliente fala, o assistente ouve, procura na carteira e responde em voz alta.

Exemplo de conversa no site da agência, às 21:10, e a ficha que ela constrói. No site da agência: a cliente diz, Procuro um T3 no Porto até 450 mil. o assistente responde, Vive sozinho ou com família? a cliente diz, Tenho dois filhos e um cão. o assistente responde, Encontrei algumas opções que fazem sentido. Duas têm jardim e uma fica perto de uma escola básica.

Da conversa, a ficha fica com Tipologia: T3; Zona: Porto; Orçamento: até 450.000 €; Família: 2 filhos; Animais: cão. E uma linha que ninguém disse: Jardim: inferido de «um cão».

Acompanhamento

O que a conversa aprendeu vira o trabalho do consultor e diz-lhe o que vale a pena ir buscar.

Copiloto do agente

O contacto chegou ao agente. O contexto ficou pelo caminho.

O problema

O agente tem o contacto. Falta-lhe o contexto.

A informação de que o agente precisa está espalhada por um CRM, um calendário, uma caixa de email e a cabeça dele. Encontrar quem está à espera de resposta há três dias implica abrir quatro sítios.

O tempo que sobra para vender é o que resta depois de procurar informação e atualizar registos.

O que faz

Um copiloto que responde em linguagem natural sobre toda a carteira do agente, e que também age: marcar, remarcar, criar tarefas, atualizar estados.

Todas as ações que escrevem alguma coisa pedem confirmação antes de executar. O copiloto propõe; o agente decide.

  1. O agente pergunta como falaria com um colega
    "Quem está à espera de resposta há mais de três dias?" ou "que compradores encaixam neste imóvel que acabou de entrar?".
  2. A resposta vem da carteira dele, não de um modelo
    Leads, contactos, visitas, tarefas, imóveis e avaliações da própria agência. O que o copiloto não sabe, diz que não sabe.
  3. Quando é preciso agir, propõe
    Marcar, remarcar, criar tarefa, mudar estado, escrever a um cliente. Nada é executado no momento em que é proposto.
  4. O agente confirma, e só então acontece
    A confirmação tem prazo, é do próprio agente e as permissões são verificadas outra vez na execução. O copiloto propõe; o agente decide.

O que resolve

Uma pergunta em vez de quatro separadores
A informação vem ter com o agente, em vez de o agente ir buscá-la.
Nada acontece sem o agente confirmar
Todas as ações de escrita pedem confirmação. O copiloto nunca decide sozinho.
O dia começa priorizado
Em vez de uma lista por ordem de chegada, uma ordem por onde vale a pena começar.
Ver tudo o que o copiloto faz

Tudo o que se segue acontece sobre a carteira e os contactos da própria agência. As perguntas são exemplos de como se pede.

O dia

Por onde começar

«A quem devo ligar hoje?»

A lista ordenada, com a razão de cada nome. Os vendedores vêm sempre primeiro.

Quem está à espera

«Quem está à espera de resposta há mais de três dias?»

Os contactos que ficaram sem resposta, antes de arrefecerem.

As visitas de hoje

«O que tenho marcado hoje?»

A agenda do próprio consultor, lida do calendário que ele já usa.

As tarefas em aberto

«O que tenho por fazer?»

O que está pendente e o que já passou do prazo.

A carteira dele

Os contactos que lhe pertencem

«Mostra-me os meus contactos abertos.»

Só os dele. Cada consultor alcança a sua carteira, nunca a dos colegas.

Os imóveis que lhe pertencem

«Que imóveis tenho à venda?»

A carteira real da agência, filtrada pelo que é dele.

As angariações em curso

«Em que ponto estão as minhas angariações?»

Os proprietários com quem já falou e o que falta em cada um.

Tudo o que aconteceu com uma pessoa

«O que já aconteceu com este contacto?»

A linha do tempo por ordem: conversas, visitas, mensagens. Sem ter de perguntar a ninguém.

Ligar pessoas a casas

Compradores para um imóvel

«Que compradores encaixam nesta casa?»

Sobre a carteira real, não sobre uma lista genérica.

Casas para um comprador

«Que imóveis encaixam no que ele pediu?»

Pelo que a pessoa disse que queria, e não só pelo preço.

O argumento de um imóvel

«Como é que apresento esta casa?»

O que aquele imóvel tem que interessa àquele comprador em concreto.

Antes de bater à porta

Quanto vale uma casa

«Quanto vale esta casa?»

A estimativa, a partir dos comparáveis da carteira naquela zona. Sem comparáveis que cheguem, não há número.

O que os compradores procuram e a agência não tem

«O que é que vale a pena angariar nesta zona?»

A procura por satisfazer, que é a lista do que falta na carteira.

Quem está perto de querer vender

Os proprietários cujo comportamento diz que o momento se aproxima.

O que a agência sabe

As regras e os documentos da casa

«O que é que dizemos sobre isto?»

Responde com o que a agência carregou, nunca com generalidades.

Se um contacto está a ser acompanhado

«Este contacto ainda está a ser seguido?»

Em que ponto está o acompanhamento automático, e quando foi a última vez.

Como está a correr

O desempenho dele

«Como é que eu estou este mês?»

Os números do próprio consultor, com o contexto que os explica.

O da equipa, para quem a dirige

Onde é que a equipa precisa de ajuda. Nunca uma ordenação de pessoas.

E age, sempre com confirmação

Marcar, adiar e desmarcar visitas

Lendo a disponibilidade do calendário que o consultor já usa. Escreve no calendário dele, nunca no da agência.

Criar e fechar tarefas

«Lembra-me de ligar a este contacto na sexta.»

O seguimento fica escrito em vez de ficar na cabeça de alguém.

Escrever uma nota num contacto

O que se disse ao telefone fica na ficha, sem abrir o computador.

Mudar o estado de um contacto

Avançar, adiar ou fechar um contacto à medida que o negócio se move.

Passar um contacto a outro consultor

Com o histórico todo atrás, para o colega não recomeçar do zero.

Marcar um imóvel como vendido

A carteira deixa de o mostrar a quem procura, no momento em que fecha.

Escrever ao cliente

«Escreve-lhe a propor sábado às onze.»

Propõe a mensagem na voz da agência. Nada sai sem o consultor confirmar.

O consultor pergunta por mensagem, como perguntaria a um colega, e o copiloto responde sobre a carteira e os contactos reais da agência, não sobre generalidades.

Nada sai sem o consultor confirmar.

Ver tudo o que o copiloto faz

Tudo o que se segue acontece sobre a carteira e os contactos da própria agência. As perguntas são exemplos de como se pede.

O dia

Por onde começar

«A quem devo ligar hoje?»

A lista ordenada, com a razão de cada nome. Os vendedores vêm sempre primeiro.

Quem está à espera

«Quem está à espera de resposta há mais de três dias?»

Os contactos que ficaram sem resposta, antes de arrefecerem.

As visitas de hoje

«O que tenho marcado hoje?»

A agenda do próprio consultor, lida do calendário que ele já usa.

As tarefas em aberto

«O que tenho por fazer?»

O que está pendente e o que já passou do prazo.

A carteira dele

Os contactos que lhe pertencem

«Mostra-me os meus contactos abertos.»

Só os dele. Cada consultor alcança a sua carteira, nunca a dos colegas.

Os imóveis que lhe pertencem

«Que imóveis tenho à venda?»

A carteira real da agência, filtrada pelo que é dele.

As angariações em curso

«Em que ponto estão as minhas angariações?»

Os proprietários com quem já falou e o que falta em cada um.

Tudo o que aconteceu com uma pessoa

«O que já aconteceu com este contacto?»

A linha do tempo por ordem: conversas, visitas, mensagens. Sem ter de perguntar a ninguém.

Ligar pessoas a casas

Compradores para um imóvel

«Que compradores encaixam nesta casa?»

Sobre a carteira real, não sobre uma lista genérica.

Casas para um comprador

«Que imóveis encaixam no que ele pediu?»

Pelo que a pessoa disse que queria, e não só pelo preço.

O argumento de um imóvel

«Como é que apresento esta casa?»

O que aquele imóvel tem que interessa àquele comprador em concreto.

Antes de bater à porta

Quanto vale uma casa

«Quanto vale esta casa?»

A estimativa, a partir dos comparáveis da carteira naquela zona. Sem comparáveis que cheguem, não há número.

O que os compradores procuram e a agência não tem

«O que é que vale a pena angariar nesta zona?»

A procura por satisfazer, que é a lista do que falta na carteira.

Quem está perto de querer vender

Os proprietários cujo comportamento diz que o momento se aproxima.

O que a agência sabe

As regras e os documentos da casa

«O que é que dizemos sobre isto?»

Responde com o que a agência carregou, nunca com generalidades.

Se um contacto está a ser acompanhado

«Este contacto ainda está a ser seguido?»

Em que ponto está o acompanhamento automático, e quando foi a última vez.

Como está a correr

O desempenho dele

«Como é que eu estou este mês?»

Os números do próprio consultor, com o contexto que os explica.

O da equipa, para quem a dirige

Onde é que a equipa precisa de ajuda. Nunca uma ordenação de pessoas.

E age, sempre com confirmação

Marcar, adiar e desmarcar visitas

Lendo a disponibilidade do calendário que o consultor já usa. Escreve no calendário dele, nunca no da agência.

Criar e fechar tarefas

«Lembra-me de ligar a este contacto na sexta.»

O seguimento fica escrito em vez de ficar na cabeça de alguém.

Escrever uma nota num contacto

O que se disse ao telefone fica na ficha, sem abrir o computador.

Mudar o estado de um contacto

Avançar, adiar ou fechar um contacto à medida que o negócio se move.

Passar um contacto a outro consultor

Com o histórico todo atrás, para o colega não recomeçar do zero.

Marcar um imóvel como vendido

A carteira deixa de o mostrar a quem procura, no momento em que fecha.

Escrever ao cliente

«Escreve-lhe a propor sábado às onze.»

Propõe a mensagem na voz da agência. Nada sai sem o consultor confirmar.

Seguimento de compradores

Pagou por este contacto uma vez. Não o pague outra vez.

O problema

Pagou pelo contacto e depois esqueceu-o

A maior parte dos leads não compra no mês em que aparece. Compra seis meses depois, a outra agência, porque essa lembrou-se dele.

Fazer seguimento manual de centenas de contactos não é realista. Então não se faz, e a base de dados envelhece até não valer nada.

O que faz

Acompanhamento automático e com critério: quando entra na carteira um imóvel que encaixa no perfil de um comprador antigo, ele é avisado.

Quando um preço desce sobre algo que ele viu, é avisado. Quando passa tempo suficiente, é feita uma pergunta para perceber se o momento mudou.

  1. O que a pessoa procura fica guardado
    Não só que apareceu: tipologia, zona, orçamento e prazo, tal como saíram da conversa.
  2. A carteira é vigiada por ela
    Quando entra um imóvel que encaixa, ou um preço desce até ao alcance dela, isso é notado.
  3. A mensagem sai no canal que ela autorizou
    Com consentimento, no canal que a pessoa escolheu, e com o imóvel concreto em vez de uma newsletter.
  4. Quando volta a mexer-se, o agente sabe
    Uma reabertura de conversa depois de meses parado é um sinal, e chega ao consultor como tal.

O que resolve

A base de dados volta a valer
Contactos antigos deixam de ser uma lista morta.
Estar presente no momento certo
Quando o cliente volta a estar pronto, a sua agência é a que se lembrou dele.
Um imóvel novo encontra quem o procurava
Em vez de esperar que a pessoa certa volte ao site, é ela que é avisada no dia em que o imóvel entra.

Nem todos compram no primeiro mês. Quem disse «ainda não» fica com o perfil guardado (orçamento, tipologia, zona) e é a plataforma que volta a falar com ele: quando entra na carteira uma casa que encaixa no que pediu, ele sabe. Sem ninguém ter de se lembrar.

A ligação

  1. Venda
    o que cada conversa aprendeu sobre a pessoa
  2. Acompanhamento
    o consultor sabe a quem ligar, e com que casa
  3. Angariação
    o que os compradores pedem e a carteira não tem
Venda e angariação não se tocam. O meio é o que as liga.

Angariação

A pergunta sobre quanto vale uma casa transforma-se num mandato.

Angariação

Quem pergunta quanto vale a casa já está a pensar vendê-la.

O problema

O momento em que decide vender acontece sem si

Angariar é a parte difícil do negócio. Comprador há sempre; casas para vender é que faltam.

Quem anda a pensar vender começa por procurar quanto vale a casa. Faz essa pesquisa em sites de avaliação automática, não na sua agência, e nunca chega a falar consigo.

Quando fala, a conversa é sobre percentagem de comissão, porque não tem nada mais concreto para mostrar.

O que faz

Quando alguém pergunta quanto vale a casa, a inteligência conduz uma conversa de avaliação: tipologia, área, estado, zona.

Depois estima um valor a partir de vendas comparáveis reais e, quando não tem comparáveis suficientes na zona, diz-lhe isso em vez de inventar um número.

A seguir mostra o argumento que fecha angariações: quantos compradores na sua base procuram exatamente aquela casa.

  1. O proprietário pergunta
    No site, por email ou por mensagem. Não é preciso um formulário de avaliação: a pergunta em linguagem normal chega.
  2. A casa é descrita em conversa
    Tipologia, zona, área, estado e o que a torna diferente saem da conversa, sem questionário.
  3. O valor vem de vendas comparáveis
    Quando há comparáveis suficientes na zona, sai uma estimativa fundamentada. Quando não há, recusa dar um número e recomenda avaliação presencial.
  4. A agência recebe uma oportunidade, não uma ficha
    O consultor fica com o imóvel compreendido e com a procura que já existe para aquela zona: argumentos, em vez de um telefonema às cegas.

O que resolve

Chega ao proprietário antes da concorrência
A pesquisa sobre o valor da casa passa a acontecer consigo em vez de num site anónimo.
Deixa de negociar só comissão
Entra na reunião com um valor fundamentado e com procura concreta para mostrar.
Honestidade que constrói confiança
Quando não há dados suficientes, o assistente diz-lhe. Isso vale mais do que um número inventado.
Apanha o cliente duplo
Quem vende para comprar a seguir gera duas oportunidades, não uma.

«Quanto vale a minha casa?» é a pergunta mais frequente de quem ainda não decidiu vender. A plataforma responde com uma estimativa construída sobre casas iguais à dela (a mesma tipologia, a mesma zona, uma área parecida) e sobre o que se vendeu por elas.

Quando o proprietário mostra intenção de vender, o consultor é avisado com o contexto todo. Antes de bater à porta.

Digest do vendedor

O proprietário que hoje não vende vende a alguém. Que seja a si.

O problema

Meses de silêncio entre a conversa e a decisão

Entre a primeira conversa com um proprietário e a decisão de vender podem passar meses ou anos. Nesse tempo, não há razão natural para voltar a falar.

Sem contacto, quando ele decidir vender vai ligar a quem se lembrar, e provavelmente não é a si.

O que faz

Um resumo mensal com informação que interessa mesmo ao proprietário: como evoluiu a estimativa de valor da casa dele e quantos compradores na sua base a procuram.

Não é uma newsletter. É informação sobre o bem dele, que só a sua agência lhe pode dar.

  1. A casa já ficou compreendida
    Vem da avaliação: tipologia, zona, área e estado. Não é preciso pedir nada de novo ao proprietário.
  2. Todos os meses há alguma coisa a dizer
    Como evoluiu o valor de referência na zona e quantos compradores estão à procura de algo como aquilo.
  3. Quando ele reage, o agente é avisado
    Abrir, responder ou voltar a perguntar são sinais de intenção, e chegam ao consultor como tal.

O que resolve

Fica na memória do proprietário
Quando decidir vender, a sua agência é a que esteve presente todos os meses.
Contacto com valor, não com ruído
Cada envio traz informação sobre o património dele, não uma promoção.
A intenção de vender deixa de passar despercebida
Quando o proprietário reage a um envio, isso chega ao consultor como um sinal, não como uma estatística.

Entre a primeira conversa e a decisão de vender passam meses, e não há razão natural para voltar a ligar. Todos os meses o proprietário recebe o valor de referência da casa dele, como se moveu desde o anterior, e quantos compradores da carteira procuram uma casa assim. Num mês sem nada de novo, não é enviado nada.

Exemplo de avaliação. Uma casa T3 de 118 m² é estimada entre 265.000 € e 282.500 €, com base em três casas T3 comparáveis na mesma zona: 112 m² vendida por 251.000 €; 124 m² vendida por 297.000 €; 116 m² em venda por 289.000 €. Valores fictícios.

Duas vendas e um imóvel ainda em venda: uma venda pesa mais do que um preço pedido. Sem três casas comparáveis, não é dado número nenhum: é marcada a avaliação presencial.

Todos partilham o que aprendem

Os oito produtos escrevem na mesma carteira e na mesma ficha de cada pessoa. O que um percebe fica a existir para os outros, sem ninguém ligar nada.

A mesma ficha. A mesma carteira.

O que a plataforma passa a saber

Fica registado o que ele quer, não só que apareceu.

Quando entrar um imóvel que encaixa, ele é avisado.

O assistente · Seguimento de compradores

A jornada

Os mesmos produtos, pela ordem em que a agência trabalha.

  1. Angariação
    De «quanto vale a minha casa?» ao mandato.
  2. Carteira
    O imóvel entra, fica compreendido e pesquisável.
  3. Atendimento
    Quem chega é respondido na hora, no canal e na língua em que escreveu.
  4. Copiloto
    Tudo o que se aprendeu vira o que o consultor faz a seguir.
  5. Correspondência
    As casas certas da sua carteira, não listas genéricas.
  6. Visitas
    A visita marcada, e o agente a chegar já com contexto.
  7. Venda
    O negócio fecha, a carteira actualiza-se, e o dono vê a operação inteira.

Ver isto a trabalhar

Mostramos o que já funciona, ao vivo, com os seus imóveis.